'Diluído', efeito de combate a dívidas tributárias 'não vai ser agora'
Por Alexandre Galvão/ Luana Ribeiro
Apesar da expectativa de regularizar a situação de "milhares de pessoas' com o plano de ação para combater dívidas tributárias, o governador Rui Costa ressaltou que a medida ainda deve demorar a fazer efeito na arrecadação do governo. “Isso não vai ser agora. Vou enviar o projeto de lei, isso será aprovado, ficará aberto provavelmente cinco meses, com uma semana ou duas de esforço concentrado de um recurso que, como a própria ministra disse, o pagamento que, muitas vezes, será parcelado. Então estamos falando de meses, ou, dependendo da dívida, até de anos, para receber esse valor. Infelizmente eu também gostaria de ter os efeitos ainda esse ano, mas muito provavelmente os efeitos vão ser diluídos”, avaliou. Em menção a efeitos, Rui também falou sobre os impactos das obras de mobilidade realizadas em Salvador, como a construção da linha 2 e continuação da linha 1 do Metrô, que ganhará nesta quinta-feira (22) a estação Bom Juá. “Nós estamos abrindo na verdade novos vetores de desenvolvimento e de geração de emprego. É muito mais do que falar de mobilidade, mas de grandes corredores e avenidas que receberão shoppings, lojas, escritórios e com isso vão gerar emprego. Eu diria que minha verdadeira obstinação, obsessão, é gerar emprego em Salvador, uma cidade com quase 3 milhões de habitantes e é líder nacional de desemprego hoje no país, disputa aí com Recife; uma é campeã outra é vice-campeã; e nós precisamos superar isso”, apontou.
