Aeroporto de Salvador: Infraero deve entregar itens como guichês e elevadores até novembro
Em audiência nesta terça-feira (10) com a senadora Lídice da Mata (PSB-BA) e o diretor-presidente da Associação dos Concessionários Aeroportuários de Salvador (Acap), Franc Kragl Neto, a Infraero prometeu entregar itens em reforma no Aeroporto Luís Eduardo Magalhães até novembro. Devem ser concluídos a duplicação das ilhas e guichês de atendimento, o balcão de check-in, elevadores e escadas rolantes. A reunião que discutiu a celeridade das obras no aeroporto contou com a presença do presidente da Infraero, Gustavo do Vale; o diretor de Engenharia e Meio Ambiente, Adilson Teixeira Lima; e o diretor Comercial, André Luis Marques de Barros. O secretário Nacional de Programas de Desenvolvimento do Turismo, do Ministério do Turismo, Neusvaldo Ferreira Lima, também esteve presente. A senadora aproveitou a ocasião para pedir prioridade em aspectos da reforma que estão prejudicando os pequenos empresários e os usuários. O presidente da Infraero lamentou que os atrassos estejam ocorrendo e seus diretores esclareceram que já foi firmado um termo aditivo. De acordo com o órgão, ainda é esperada a liberação de recursos do Orçamento da União deste ano. Esta não foi a primeira vez que Lídice se reuniu com a Infraero para falar sobre o atraso das obras. Antes da Copa do Mundo, em outubro de 2013, a senadora alertou para o prejuízo que as obras atrasadas acarretavam para comerciantes e usuários. No ano passado, outros contatos também foram feitos com a Infraero. "Agora está chegando o momento das Olimpíadas e ainda estamos pagando o preço dos atrasos, de carnaval a carnaval, um dos grandes momentos turísticos da Bahia", preocupou-se Lídice. O presidente da Acap, Frack Kragl Neto, lembrou que os comerciários requerem algumas prioridades, entre elas as estruturas para funcionamento dos quiosques das lojas e o sistema de exaustão. Outro ponto caro para os empresários do aeroporto diz respeito à alteração do sistema de fornecimento e faturamento de energia elétrica, que impacta os custos dos contratos em vigor. Os comerciários alegam que, face à atual crise hídrica e ao já considerável aumento dos custos de energia elétrica em todo o País, é preciso rever as condições para que o comércio não seja mais impactado, elevando os custos, no final, para os próprios usuários e cliente. A Infraero prometeu verificar as condições contratuais junto à Coelba (Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia).
