Advogados de policial envolvido em morte de jovem dizem que ‘foi acidental’
Advogados do cabo preso na última quinta-feira (14) pela morte de Haíssa Motta, 24, durante uma ronda policial, afirmaram que vão entrar com pedido de relaxamento da prisão de seu cliente na próxima segunda-feira (19). Delviro Anderson Moreira Ferreira dirigia o carro onde estava Haíssa e seus amigos após voltarem de uma festa no dia 2 de agosto de 2014, no Rio de Janeiro. O soldado Márcio José Watterlor Alves, que estava no carona e é acusado de ter disparado os tiros que mataram a jovem, também está preso. “Delviro não oferece qualquer perigo. Além disso, ele é totalmente inocente. Foi um acidente o que ocorreu. O fato aconteceu há seis meses e não houve qualquer ameaça às testemunhas", disse o advogado Antônio Pereira, que defende o cabo ao jornal “Extra”. A partir da denúncia do Ministério Público do Rio de Janeiro, os dois policiais militares que participaram da ação tiveram prisão preventiva decretada pelo Tribunal de Justiça do Estado do Rio (TJ-RJ).
