Seis prisioneiros de Guantánamo são enviados para Uruguai após libertação
Mais um passo foi dado no processo para fechar a prisão militar norte-americana na Baía de Guantánamo, em Cuba. Seis homens que estiveram detidos por mais de uma década no centro de detenção foram enviados, neste domingo (7), para o Uruguai, de acordo com o Pentágono. A agência Associated Press afirmou que, entre os presos, estavam quatro sírios, um tunisiano e um palestino. Este é o maior grupo a deixar campo de detenção desde 2009. Todos eles serão libertados e terão status de refugiados no país latino, por conta de um acordo entre Barack Obama e o presidente uruguaio, José Mujica. "Somos gratos ao Uruguai por essa importante ação humanitária, e ao Presidente Mujica pela sua forte liderança ao oferecer casa aos indivíduos que não podem voltar para seus países de origem", disse o enviado do Departamento de Estado americano, Clifford Sloan. O plano de fechar a prisão foi estabelecido há quase seis anos, quando Obama assumiu a presidência dos EUA. No entanto, obstáculos relacionados ao Congresso norte-americano ainda não permitiram que fosse realizado.
