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Para vereadores, suplentes não devem alterar correlação de forças entre governo e oposição

Por Rebeca Menezes

Foto: Ag. Haack/ Bahia Notícias
A Câmara Municipal de Salvador deve iniciar o ano de 2015 com 14% de renovação. Ainda assim, para os líderes de governo e oposição – os vereadores Joceval Rodrigues (PPS) e Gilmar Santiago (PT), respectivamente –, isso não significará mudanças expressivas no equilíbrio de forças que se observa atualmente na Casa. “O resultado não altera a correlação de forças. Nós vamos continuar com uma bancada de situação em torno dos atuais projetos da atual administração e uma bancada de oposição. Acho que o resultado da eleição não altera o que havia antes do pleito”, avaliou o petista. Para ele, como os vereadores costumam obedecer ao posicionamento dos partidos, os suplentes provavelmente seguirão a mesma lógica dos que estão saindo. Já Joceval acredita que é muito cedo para avaliar o real impacto das mudanças, apesar de também prever uma manutenção do quadro atual. “Ainda não fiz essa análise. Mas, pelo que eu tenho visto de forma superficial, não acho que vá afetar”, afirmou, ao BN. Ainda assim, ele acredita que uma noção mais profunda só será possível quando as pautas começarem a ser avaliadas. “Eu acho que nós só vamos conseguir ver isso quando começarmos a primeira reunião de líderes. A Câmara é muito eclética e está sempre mudando, se contextualizando... Naquela Casa, a gente só começa a sentir quando as coisas começam a acontecer”, concluiu o líder da situação. Seis vereadores soteropolitanos foram eleitos no último dia 5 e devem mudar de casa a partir do próximo ano. David Rios (Pros), Alan Castro (PTN), Marco Prisco (PSDB), Fabíola Mansur (PSB) e Marcell Moraes (PV) ocuparão cadeiras na Assembleia Legislativa da Bahia, enquanto Tia Eron (PRB), representará o estado em Brasília. Em seus lugares ficarão, respectivamente,Vânia Galvão (PT), Beca (PTN), Kátia Alves (DEM), Antonio Mário (PSB), Eliel de Souza (PV) e Sabá (PRB).

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