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Ex-presidente egípcio nega ter mandado matar manifestantes em 2011

Foto: Reuters/Stringer
Condenado à prisão perpétua em 2012, o ex-presidente do Egito, Hosni Mubarak, negou nesta quarta-feira (13) em julgamento que tenha ordenado as mortes de manifestantes durante revolta em 2011. A chamada “primavera árabe” encerrou o seu regime, que já durava 30 anos. Mubarak foi condenado por ser cúmplice nas mortes de manifestantes e por violar a lei e a ordem durante o levante contra seu governo, que durou 18 dias. Apesar de ser absolvido pelas acusações, cumpre uma sentença de três anos relacionada a um caso de fraude em um hospital militar no Cairo, capital do país egípcio. Mubarak, que é julgado junto a seus filhos e outras autoridades, também negou as acusações de corrupção e disse que havia servido fielmente a seu país por 62 anos, primeiro como oficial militar e depois como presidente. O veredicto no caso de Mubarak, segundo a Justiça, deve sair em 27 de setembro. As informações são da Reuters. 

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