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Caso Colombiano: Ato pedirá rapidez no julgamento; homicídio completa quatro anos

Foto: Reprodução
O PCdoB, a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), além de familiares e amigos do sindicalista rodoviário Paulo Colombiano e sua mulher, Catarina Galindo, mortos em 2010, realizam nesta segunda-feira (30), às 9h, um protesto em frente ao Fórum Ruy Barbosa, por maior rapidez no julgamento do crime, que completa quatro anos neste domingo (29). Ambos eram dirigentes da legenda e Colombiano era tesoureiro do Sindicato dos Rodoviários. Segundo a polícia, o casal foi assassinado após ele ter descoberto fraudes no pagamento dos custos com plano de saúde da entidade. Irmãos e sócios da prestadora do serviço, a Mastermed, o oficial da PM aposentado Claudomiro César Ferreira e o médico Cássio Antônio Ferreira Santana são apontados como mandantes do crime. Os seguranças Daílton Ferreira de Jesus, Edilson Duarte Araújo e Wagner Luiz Lopes de Souza, funcionários da dupla, foram denunciados como executores do homicídio. Os cinco acusados aguardam o julgamento em liberdade. A família das vítimas pedem também à Justiça o recolhimento dos passaportes de Claudomiro e Cássio Antônio, para evitar fuga. "Alguns casos já registrados no país indicam que nesse longo período que separa o crime do julgamento, alguns criminosos, – especialmente endinheirados -, organizam a fuga e escapam da punição que pode ser estabelecida em julgamento – daí a necessidade de a justiça recolher os passaportes dos criminosos, que suponho não ter sido providenciado”, argumenta Geraldo Galindo, irmão de Catarina.

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