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'É um dinheiro nosso que tem ido para os cofres públicos', diz presidente da Apeb sobre honorários

Foto: Francis Juliano / Bahia Notícias
Presidente da Associação de Procuradores do Estado da Bahia (Apeb), Marcos Sampaio leva à frente a bandeira do pagamento de honorários advocatícios aos defensores das causas do Estado. Em entrevista ao Bahia Notícias, ele explica que o dinheiro não sai dos cofres públicos e que, se o pagamento for redirecionado, ainda pode servir de incentivo aos advogados. “Isso não é receita do Estado e sim resultado do empenho do procurador contra a parte que luta contra o Estado, e quem paga os honorários é a parte que perde a ação”, afirma. Sampaio aproveita para explicar as diferentes carreiras da advocacia pública, a importância da PEC 82, que pede autonomia para a categoria, e o funcionamento do sonegômetro, que mede quanto dinheiro de impostos deixou de ser declarado. “Só para se ter uma ideia, em torno de 15% dos impostos são sonegados no país. Isso representa até R$ 160 bilhões, só no primeiro quadrimestre de 2014. São três vezes o (projeto) Bolsa Família”, compara. Leia a entrevista completa na coluna Justiça.

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