Violência atrapalha vendas do Centro Histórico, diz presidente de Acopelô
Problemas sociais e falta de segurança têm preocupado comerciantes do Pelourinho tanto em relação ao número de vendas quanto à imagem que os visitantes têm do local. Segundo o presidente da Associação dos Comerciantes do Centro Histórico de Salvador (Acopelô), Lenner Cunha, os principais desafios são a violência, menores infratores, usuários de drogas e a ocorrência de furtos e assaltos a turistas. “Acompanhando a festa, tivemos os mesmos problemas de sempre. Turistas foram roubados. Não sei como vai ser o ‘day after’, se essas pessoas vão levar uma boa impressão daqui”, afirmou Cunha ao A Tarde. Para ele, se o Pelourinho tivesse uma estrutura melhor para receber o número esperado de turistas, as vendas teriam resultados muito melhores. Procurada pelo jornal, a Polícia Militar da Bahia informou que o policiamento do local foi reforçado, com 40 policiais a mais do que em dias normais. Já a Guarda Municipal teria mantido o mesmo efetivo, mas com escala de trabalho ampliada.
