Justiça inclui nome fictício materno em registro de criança adotada por pai solteiro
A Justiça concedeu o direito de um pai solteiro incluir um nome materno fictício na certidão de nascimento de seu filho adotivo. A juíza Paula Maria Malta Teixeira do Rêgo, da 11ª Vara de Família e Registro Civil de Recife, em Pernambuco, entendeu que o pedido tem como objetivo atender ao interesse da criança e evitar constrangimentos. Saiba mais sobre essa decisão na coluna Justiça.
