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'O povo de Salvador vai se orgulhar', afirma Wagner sobre metrô

Por Renata Farias/ Juliana Almirante

Fotos: Renata Farias/ Bahia Notícias
O governador Jaques Wagner afirmou, em conversa com jornalistas durante visita guiada ao metrô de Salvador, que o povo da cidade irá se orgulhar com a inauguração do primeiro trecho do sistema, previsto para a próxima quarta (11), após 14 anos de obras. “É uma sensação de alegria, de dever cumprido e de orgulho muito grande. Eu acho que o povo de Salvador todo vai se orgulhar. O poder público tinha essa dívida, de mais de 14 anos. Finalmente, a gente assinou o contrato assumindo o metrô no dia 27 de maio do ano passado. Praticamente um ano depois, a gente está com quase oito quilômetros, com a operação assistida a partir do dia 11, com a presença da presidenta Dilma [Rousseff]. Daqui para diante, daqui até 2017, a gente completa 18 km. Em 2015, a gente já estará chegando em Pirajá. Logo depois, em Águas Claras, a linha 2”, declarou o gestor. Segundo Wagner, com o novo trecho inaugurado, é prevista também a transferência da rodoviária, atualmente localizada na região do Iguatemi, para as proximidades da futura estação metroviária de Águas Claras. “Já tem o plano de a gente transferir a rodoviária. Ela vai sair do olho do furacão, ali no Iguatemi, e vai para a estação de águas claras, fazendo um grande complexo, como existe em outras cidades”, informou. “O próprio usuário público de Salvador que não tem o hábito vai se acostumar com o sistema. Os funcionários também vão se habituando e se qualificando. Uma coisa é quando se treina, outra é quando se carrega passageiros. Por isso que até setembro a gente vai fazer a operação assistida, que não custa nada para o usuário”, afirmou o governador.

Durante a visita guiada, a comitiva de Wagner e os jornalistas fizeram o trajeto de ida e volta do Acesso Norte ao Campo da Pólvora em 16 minutos, no total. Não foi feita a parada em Brotas por questões estratégicas, conforme a assessoria da concessionária CCR. Também foi realizada visita ao Centro de Controle Operacional (CCO), onde será feita a vigilância por meio de 300 câmeras. Os operários ainda atuam nos reparos finais nas estações. É possível ver pisos inacabados, fiação elétrica à mostra e até mesmo uma escada rolante inutilizada deixada no pátio. 

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