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Pirata, Militar, Novo e Arena tentam virar partidos políticos no Brasil


Barrados pela Justiça Eleitoral, novos grupos políticos tentam mobilizar simpatizantes em redes sociais e obter assinaturas para participar das eleições. Legendas como o Partido Pirata, o Partido Militar e o Partido Novo recolhem, inclusive, doações para pagarem despesas burocráticas. A Arena, refundação da sigla conservadora que apoiava a ditadura militar, é outro grupo que tenta reunir o apoio necessário. Para a criação de um novo partido, o Tribunal Superior Eleitoral exige apoio de, pelo menos, 0,5% do eleitorado nacional – ou cerca de 430 mil assinaturas válidas – além de pré-diretórios em nove estados. O registro deve ser feito um ano antes da primeira eleição. No TSE, quatro novas legendas tentam obter registro oficialmente: o Partido Liberal Brasileiro (PLB), a Aliança Renovadora Nacional (Arena), o Partido Democrata Progressista (Dempro) e a Frente Socialista do Brasil (FSB). A Rede, partido de Marina Silva, não recorreu do processo do TSE que rejeitou seu registro e, por isso, não está entre os pedidos de criação em andamento. Informações do Ig.

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