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Senador nega culpa por ausência em votação de projeto contra homofobia, mas não se posiciona

Na foto, Pinheiro, Magno Malta e Feliciano
Descrito como “um dos senadores que mais ajudaram eleitoralmente [o religioso] nos últimos anos”, Walter Pinheiro (PT-BA), se defendeu da acusação de ter se acovardado ao se ausentar do plenário durante a votação que sepultou o PLC 122/2006 (veja aqui), que tentaria criminalizar a homofobia em templos evangélicos feita pelo pastor Silas Malafaia. O petista disse que não estava presente pois “passou a tarde e a noite daquela terça-feira (17/12) em negociação com o governo e as bancadas na Comissão Mista de Orçamento para fechar um acordo para votação da proposta de Lei Orçamentária de 2014”. Pinheiro jogou a culpa para cima do presidente da Casa, Renan Calheiros, que teria antecipado a votação da matéria. “A previsão era que o requerimento seria apreciado só ao final da ordem do dia, mas o presidente do Senado, Renan Calheiros, antecipou sua votação”, alegou. Na nota enviada ao Bahia Notícias, o senador não deixa claro seu posicionamento quanto a PLC 122/2006, mas já foi flagrado em encontro com figuras como o deputado federal Marco Feliciano e o senador Magno Malta, que fizeram campanha contra o projeto.

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