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Câmara 'encerra' o ano com aprovação do Orçamento e plano de saúde dos servidores

Por Sandro Freitas

Foto: Max Haack / Ag. Haack / Bahia Notícias
Os vereadores da capital baiana já podem vestir a sunga ou o biquini, correr para a praia e curtir as férias de verão. Se preferirem, a alta temporada europeia ou norte-americana também está a disposição. Isso porque a Câmara Municipal finalizou na tarde desta terça-feira (17) a votação do último projeto obrigatório do legislativo no ano, a Lei Orçamentária Anual (LOA), que prevê todos os gatos e despesas da prefeitura para o ano seguinte. Também foi aprovado o plano de saúde dos servidores. Em votação acalorada, venceu a maioria da base governista, que conseguiu a aprovação do texto, relatado pelo vereador Cláudio Tinoco (DEM). O Orçamento de 2014 é de R$ 6,38 bilhões, valor 35,5% maior do que a projeção deixada pelo ex-prefeito João Henrique (PSL) para este ano, diferença de R$ 1,4 bilhão. Em relação a arrecadação, a estimativa do prefeito ACM Neto (DEM) é de que Salvador vai receber, de diversas fontes, R$ 5,5 bilhões em 2014, enquanto deve gastar R$ 4,9 bilhões. Tinoco elencou como um dos pontos principais do Orçamento, no relatório aprovado pela Câmara, o aumento de 456% nos investimentos da prefeitura na cidade, que chegará a R$ 1,1 bilhão. Se for somado tudo que JH investiu nos quatro anos do segundo mandato em Salvador, a atual gestão ainda ganha com sobra de R$ 400 milhões. Entre os gastos previstos, que totalizam R$ 4,9 bilhões, estão R$ 2,2 bilhões com servidores e encargos sociais e R$ 91 milhões para pagar juros de dívidas, enquanto a amortização do saldo negativo da prefeitura custará R$ 210 milhões. Como tem acontecido nas últimas sessões, nem todos os opositores votaram contra  governo. Dos 43 vereadores, 7 deram não a LOA, sendo que o grupo da oposição conta com 12 membros. Apesar de poderem encerrar o ano, os vereadores discutem se farão ou não uma sessão nesta quarta-feira (18) para votar projetos de autoria dos edis.

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