Coluna A Tarde: Síndrome de macaco velho
A sucessão baiana, se antes já se projetava como uma grande interrogação, com a decisão do PT, ao escolher Rui Costa,se confirma como interrogação, no rastro da declaração do governador Jaques Wagner, segundo quem com tamanha antecedência do pleito as pesquisas não influem. A sua primeira eleição foi um exemplo: bateu Paulo Souto quando todas, absolutamente todas as consultas, colocavam o então governador com uma imensa diferença do petista que começou a subir um mês antes do pleito. Mas, na véspera, as pesquisas ainda teimavam em não reconhecer a vantagem de Wagner. Foi uma virada silenciosa. Em relação a Rui Costa, ele aparece, como petista, com menor pontuação, distanciado de Walter Pinheiro, que surge como o melhor avaliado do PT. Wagner, certamente, parte do pressuposto de que, se aconteceu uma vez, com ele, acontece a segunda. Clique aqui e confira na íntegra a coluna desta terça-feira (3).
