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Israel classifica como ‘erro histórico’ acordo para conter atividade nuclear do Irã

O governo de Isarel classificou como “um erro histórico" o acordo firmado entre potências internacionais e o Irã, para que o país do Oriente Médio contenha atividades nucleares durante seis meses em troca do alívio das sanções econômicas impostas ao país. Em reunião de gabinete, Binyamin Netanyahu, primeiro-ministro israelense, afirmou que "o mundo se tornou um lugar muito mais perigoso, pois o regime mais perigoso do mundo tomou um passo importante na direção de obter a arma mais perigosa do mundo. O que foi decidido em Genebra não foi um acordo histórico, mas um erro histórico". Já Barack Obama, presidente dos EUA, disse em pronunciamento que o resultado da negociação "torna o mundo mais seguro", numa posição que contraria os líderes israelenses. Netanyahu reforçou, também, a posição de Israel nas últimas semanas de que o país "não está preso a esse acordo". "O regime iraniano está comprometido com a destruição de Israel, e Israel tem o direito e a obrigação de se defender." Shimon Peres, presidente de Israel, divulgou também um comunicado a respeito dos acordos estabelecidos em Genebra. "A comunidade internacional não irá tolerar um Irã nuclear", afirmou. "Se o caminho diplomático falhar, a opção nuclear será prevenida por outros meios. A alternativa é muito pior."

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