'Gabinete de vereador não é câmara conciliadora', diz condomínio que proibiu circulação de animais
Em nota enviada ao Bahia Notícias, o subsíndico do condomínio Città Itapoan, André Viana, argumentou que a circulação de animais em áreas comuns do conjunto foi proibida devido à insatisfação de muitos moradores que reclamavam que seus filhos brincavam em espaços que estavam impregnados com o odor de urina e das fezes dos bichos. O subsíndico negou que a medida tenha sido imposta, como sugeriu o vereador Marcell Moraes (PV), que ameaçou notificar o condomínio caso a regra não fosse revista. “Assim sendo, colocou-se em pauta na assembleia a proibição da circulação dos animais por estas áreas, ficando então o condomínio incumbido de criar uma área especifica para a circulação dos animais”, diz o texto. O documento ainda pontua que animais são grandes vetores de doenças, bacterianas principalmente, e também um enorme foco de alergia e de doenças de pele, para as pessoas, e principalmente para as crianças. No entendimento do subsíndico, houve apenas uma limitação dos espaços em que os animais poderiam conviver com as pessoas. “Ao que me consta, e pelo que tenho conhecimento, gabinete de vereador não é câmara conciliadora, para tratar de temas internos de condomínios. Tais assuntos de interesse interno devem ser tratados internamente através de instrumentos legais pelo condomínio, que é a sua Assembleia Geral”, defende.
