Coluna A Tarde: Dilma feliz com enterro de Marina
O PSB praticamente rompeu a aliança histórica que mantinha com o PT. A princípio, de forma simulada que evoluiu para uma situação aberta, a partir do avanço da pré-candidatura de Eduardo Campos, presidente dos socialistas. Ele ainda não afirmou que é candidato a presidente. Mesmo se não o for, o que a essa altura parece improvável, o partido não ficará com Dilma. Será um mosaico político-partidário, com tendência ao PSDB, de Aécio Neves, com quem o governador de Pernambuco estabeleceu contatos próximos. De acordo com pesquisa nas unidades federativas realizadas pela “Folha de S.Paulo”, o afastamento da legenda de Dilma Rousseff parece definitivo. Os cargos no governo federal os socialistas já os entregaram. Em relação à Bahia, a pesquisa detectou duas possíveis realidades: a candidatura ao governo da senadora Lídice da Mata, muito provável, ou se de outra forma acontecer o partido poderia partir para apoiar o presidente regional do PMDB, Geddel Vieira Lima. Lídice nega. Seria uma decisão de Campos, que necessita de um palanque para a campanha que desenvolverá na Bahia e, naturalmente, contra o PT. Mais ainda: uma campanha dolorida para o governador Jaques Wagner, amigo de Lídice. Clique aqui e confira a coluna deste domingo (6) na íntegra.
