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Pinheiro e Aloysio divergem no Senado sobre voto aberto

Foto: Moreira Mariz/ Agência Senado
O voto aberto no Congresso rendeu mais discussões na tarde desta quinta-feira (26), desta vez no plenário do Senado, entre os parlamentares Walter Pinheiro (PT-BA) e Aloysio Nunes (PSDB-SP). O baiano é defensor do voto aberto em qualquer tipo de análise. “O voto aberto é a tradução do conteúdo em que eu me posiciono nesta Casa, é a minha franqueza expressada no voto, naquilo que a sociedade pode ler, na inteireza. O voto é a transparência e é a tradução. É separar o joio do trigo", disse o petista, após insistir que fosse realizada a terceira sessão de debate, o que pode viabilizar a votação da proposta na próxima semana. Por outro lado, o tucano usa como argumento o que chama de pressão que poderia ser exercida pelo “todo poderoso Executivo” contra congressistas que tentassem ir de encontro à vontade do governo federal. Para Pinheiro, “o cenário da pressão é mais vigoroso no voto secreto do que no voto aberto. O voto secreto é o momento da traição”.

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