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'Falta coerência à vereadora Aladilce', rebate Léo Prates, ao negar aumento no Nota Salvador

Por Evilásio Júnior

Foto: Max Haack/ Ag. Haack/ Bahia Notícias
O líder do DEM na Câmara Municipal de Salvador, Léo Prates, negou, em contato com o Bahia Notícias, o suposto "aumento substancial" no preço do programa Nota Salvador. De acordo com a vereadora Aladilce Souza (PCdoB), o projeto era inicialmente orçado em R$ 4 milhões e, após a contratação da Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Município de São Paulo,  por meio de dispensa de licitação, o valor passou para R$ 10,2 milhões. Segundo o democrata, no entanto, não houve aumento, pois a adição à soma se refere à implantação de quatro serviços: Parcelamento de Administração Tributária (PAT); Programa de Parcelamento Incentivado (PPI); o próprio Nota Salvador e o Senha Web, que dá sustentação aos outros três sistemas. "Me impressiona a vereadora questionar tal contratação quando o governo do Estado, também com dispensa de licitação, pagou R$ 40 milhões para a Mackenzie realizar estudos para a ponte Salvador-Itaparica. Além disso, a Prodam é da prefeitura de São Paulo e, portanto, controlada por Fernando Haddad, o PT e o PCdoB. Falta coerência à vereadora Aladilce", descontou.

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