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Secretário de Comunicação nega loteamento de cargos e diz que protestos querem 'mais Estado'


Foto: Claudia Cardozo / Bahia Notícias

Responsável pelo gerenciamento de imagem e divulgação dos atos de governo do Estado da Bahia, o secretário de Comunicação Robinson Almeida teve que lidar com sucessivos períodos de crise do início de 2012 até o momento atual. A greve da Polícia Militar, dos professores da rede estadual e as manifestações de junho de 2013 fizeram o governador Jaques Wagner, reeleito com 63% dos votos válidos, perder popularidade nas pesquisas de opinião e, em levantamento do Instituto Séculus/Bahia Notícias, ser reprovado por 33% dos entrevistados e ser considerado regular para outros 33%. Para Robinson, a saída para reverter a situação é "dar prioridade à agenda social". Ele nega haver loteamento partidário nas pastas do Executivo e diz que as ruas exigiram "mais Estado". "Pediram mais saúde, mais educação e mais mobilidade, que só podem vir se o Estado tiver capacidade de ofertar os serviços públicos", avaliou. Segundo o titular, para amenizar os gastos com a máquina, houve orientação do governador "de corte de 20% com custeio e despesas ordinárias, como energia elétrica, luz, passagens e diárias". O gestor acredita que houve excessos da Polícia Militar contra manifestantes e assegura que "no tempo, as conclusões serão apresentadas à sociedade". Confira a entrevista da semana na íntegra!

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