Ocupação da Câmara ‘causa constrangimento’, diz Fabíola; 'Convivemos com isso’, rebate Hilton
Por Alexandre Galvão
A ocupação da Câmara Municipal de Salvador (CMS), que completa dez dias nesta quinta-feira (1º), gera divergência entre os vereadores. Com a decisão do colégio de líderes de continuar a não realizar sessões, sob a alegação de que o Movimento Passe Livre pode prejudicar o andamento das votações, a Casa está parada desde o dia 22 de junho. A vereadora Fabíola Mansur (PSB) disse, em entrevista ao Bahia Notícias, que a mobilização gera “um transtorno” e que por isso os vereadores não conseguem dialogar com o movimento. A socialista reclamou ainda que o não estabelecimento de lideranças do MPL dificulta a conversa entre legisladores e ativistas. “Não ter uma comissão de líderes do MPL dificulta a negociação. A nossa forma de debater é lá na tribuna”, pontuou.

