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GIL, GEDDEL E OS CARTÕES

Por (Lívia Cortizo)

Gilberto Gil (Cultura) e Geddel Vieira Lima (Integração Nacional), os notáveis ministros baianos, estão fora do escândalo dos cartões. Apesar de serem a favor do bom uso do cartão, recusaram-no. No entanto, na internet divulgou-se que Gil estaria irritado para explicar como assessores diretos dele gastaram R$278 mil; afirmando que ganha mais que isso em dois shows. De acordo com Juca Ferreira, secretário-executivo do Ministério da Cultura, é mentira. Conta ele que os gastos dos assessores de Gil foram pouco mais de R$ 7 mil (em 2007). As autarquias (Funarte, Iphan e as Fundações Palmares e Rui Barbosa) têm o recorde no Iphan, R$ 35 mil. Mas Juca defende o princípio. "Veja o caso do IBGE. Para coletar dados, tem que contratar jegues. Como vai licitar jegues?" Geddel vai pelo mesmo caminho: Recusei, mas a imprensa faz muita onda. Sabe quanto é a diária de um ministro? R$ 180. E quando viaja tem que prestar contas até dos tiquetes de embarque. Isso eles não dizem".  Quem o escândalo pegou dos bainos foi mesmo Orlando Silva (Esportes). Gastou R$ 31 mil nos últimos dois anos (em restaurantes caros) e resolveu devolver. As informações são da coluna "Tempo presente", assinada por Levi Vasconcelos.

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