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Acusado de ter funcionários fantasmas, Carballal recebe 'solidariedade' de colegas

Por Rodrigo Aguiar

Foto: Max Haack / Ag. Haack / Bahia Notícias
Acusado pelo Ministério Público de manter “funcionários fantasmas”, o vereador Henrique Carballal (PT) não foi à Câmara na tarde desta quarta-feira (15), mas não pode se queixar de falta de solidariedade. Mesmo ausente, pois representava o Legislativo como presidente da Comissão do Carnaval em seminário que debateu o tema no Teatro Jorge Amado, foi defendido por colegas de plenário. Líder da oposição, o petista Gilmar Santiago disse que a bancada do partido é “solidária” a Carballal. “Eu acredito nas pessoas até que se prove o contrário. O MP tem direito de apurar e o vereador está apresentando seus argumentos. Ele disse que a ação é infundada e já apresentou as provas”, disse o comandante da minoria ao Bahia Notícias. Quem usou discurso semelhante, inclusive com expressão idêntica, foi o vereador Alberto Braga (PSC), procurador parlamentar. “A gente compreende o papel do MP, de investigar. Nos mostramos solidários. A Casa está solidária. Estamos aguardando para ver se haverá alguma decisão judicial”, afirmou. O presidente da Casa, Paulo Câmara (PSDB), lembrou que a Corregedoria do Legislativo, atualmente exercida pelo vereador Geraldo Júnior (PTN), só poderia iniciar uma investigação caso “provocada”. Segundo a ação civil pública, assinada pelas promotoras Rita Tourinho, Heliete Viana e Patrícia Medrado, Carballal teria "se apossado de vencimentos, total ou parcialmente, dos seus 19 assessores entre os anos de 2009 e 2010".

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