Vice-Presidente da Guiné Equatorial saiu de Salvador para participar de evento, diz embaixada
INFORME PUBLICITÁRIO
A Embaixada da República da Guiné Equatorial se manifestou em favor do segundo vice-presidente da República de Guiné Equatorial, Teodoro Nguema Obiang Mangue, e disse que a informação de que ele sairia do Brasil por suspeitar da possibilidade de ser detido pela polícia é “falsa e infundada”. Em nota, a embaixada afirma que a viagem de Mangue para Salvador, para assistir ao carnaval, foi oficialmente anunciada ao governo brasileiro e ele teria sido recebido “de maneira apoteótica, em meio a grandes ovações do público como homenagem especial ao povo da Guiné Equatorial”. O retorno do segundo vice-presidente, segundo o comunicado, foi motivado pela necessidade da sua presença para conclusão de preparativos para a Cúpula América do Sul-África (ASA), realizada em Malabo, capital da República da Guiné Equatorial, de 20 a 23 de fevereiro. Sobre as acusações ao mandatário, a embaixada esclarece que, há cinco meses, a Guiné Equatorial iniciou demanda judicial perante a Corte Internacional de Justiça contra a França, para que demonstre, com provas, os casos de corrupção que atribui a altas personalidades do país. Até agora, a República Francesa não teria se pronunciado sobre o assunto, segundo a nota. Clique aqui e confira o comunicado oficial na íntegra.
A Embaixada da República da Guiné Equatorial se manifestou em favor do segundo vice-presidente da República de Guiné Equatorial, Teodoro Nguema Obiang Mangue, e disse que a informação de que ele sairia do Brasil por suspeitar da possibilidade de ser detido pela polícia é “falsa e infundada”. Em nota, a embaixada afirma que a viagem de Mangue para Salvador, para assistir ao carnaval, foi oficialmente anunciada ao governo brasileiro e ele teria sido recebido “de maneira apoteótica, em meio a grandes ovações do público como homenagem especial ao povo da Guiné Equatorial”. O retorno do segundo vice-presidente, segundo o comunicado, foi motivado pela necessidade da sua presença para conclusão de preparativos para a Cúpula América do Sul-África (ASA), realizada em Malabo, capital da República da Guiné Equatorial, de 20 a 23 de fevereiro. Sobre as acusações ao mandatário, a embaixada esclarece que, há cinco meses, a Guiné Equatorial iniciou demanda judicial perante a Corte Internacional de Justiça contra a França, para que demonstre, com provas, os casos de corrupção que atribui a altas personalidades do país. Até agora, a República Francesa não teria se pronunciado sobre o assunto, segundo a nota. Clique aqui e confira o comunicado oficial na íntegra.
