Carnaval na Carlos Gomes sobrevive além dos ‘cansados, bêbados e sem-dinheiro’
Por Francis Juliano
Final do percurso do circuito Osmar, no Centro da Cidade, a Rua Carlos Gomes é tida como o lado B do lado B da festa. Se o centro carece de investimento e visibilidade, a Carlos Gomes exige ainda mais atenção. Por isso que por ali, segundo o comerciante Tiago Santos Almeida, 25 anos, passam não só os cansados e bêbados, mas também os sem-dinheiro. Ele está em seu segundo carnaval e conta neste ano com nove pessoas no revezamento dos afazeres. “Aqui o ponto é ótimo, mas a gente sabe que existem esses percalços”, disse em entrevista ao Bahia Notícias. O bar onde Tiago trabalha fica na Descida do Tuiutí, já nos metros finais da rua.
Foto: Francis Juliano
