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Rei Momo não é majestade no Carnaval de Salvador, afirma gestor de concurso

Por Francis Juliano

Foto: Reprodução/ G1
Apesar do título de nobreza e de uma história que remonta à Grécia Antiga, o Rei Momo não reina e muito menos a rainha e as princesas exercem algum poder no Carnaval de Salvador. Quem traz essa afirmação é Gorgônio Loureiro, que não petrifica como o olhar da criatura Górgona da mitologia grega, mas não tem receio de disparar contra o que chama de desrespeito às tradições da festa. Ele está à frente da organização do concurso que elege a corte momesca há 21 anos e, de lá para cá, acompanhou o que chamou de elevação de nível do evento, junto com o amargor e a falta de prestígio dispensados pelas autoridades e empresários. “A coisa é tão desestimulante que, só para você ter ideia, nenhum bloco convida o Rei Momo, a rainha e as princesas para subirem nos trios. É preciso a gente ir na ‘cara dura’ exigir nosso lugar”, conta Loureiro ao Bahia Notícias. “De agora em diante, se a gente não for para a frente do trio, não vale”, comentou enquanto discutia a programação da sexta-feira (8) com a equipe de produção da corte momesca soteropolitana. Clique aqui e confira a matéria na íntegra.

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