'Hoje ninguém queima papel para esconder nada', diz Bacelar sobre incêndio na Educação
Único titular de pasta da administração de João Henrique que continuou na prefeitura após a posse de ACM Neto, João Carlos Bacelar iniciou o ano com uma batata quente nas mãos. Ou melhor, com um incêndio no prédio da Secretaria de Educação, órgão que comanda, para lidar. O incidente é investigado por Ministério Público Federal, Polícia Federal e Departamento de Polícia Técnica. Em entrevista ao Bahia Notícias, Bacelar negou que tenha cometido irregularidades apontadas em denúncias, como suposto desvio de dinheiro do Município para a campanha do PTN, partido que presidia no estado (e que agora está sob responsabilidade do seu irmão, Maurício Bacelar), para eleger vereadores na capital baiana. Ele classifica as acusações de "manobras políticas". "Em função dessa denúncia, que ninguém sabe o que é, nós estamos há três meses sem pagar salários dos servidores dos centros municipais de educação infantil", reclamou. Também refutou a possibilidade de que a legenda esteja rachada na Câmara Municipal e fez promessas para os próximos dois anos de sua gestão, quando deve deixar a prefeitura para concorrer a uma vaga de deputado no Congresso Nacional. Confira a entrevista da semana na íntegra!
