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Coluna A Tarde: Dilma diante da sorte e de 2013

Por Samuel Celestino

Um antigo político baiano costumava dizer que chegar à Presidência da Republica é uma questão de sorte. Maldizia-se por não tê-la. Estou convencido de que tinha plena razão. Basta tomar como exemplo os presidentes brasileiros após a ditadura militar. Também estou convencido de que Tancredo Neves morreu antes de chegar ao poder pelo mau agouro de José Sarney, somado à incrível sorte da raposa maranhense. Na sequência e na primeira eleição direta após o regime militar os brasileiros erraram ao eleger o aventureiro Fernando Collor de Mello, que alcançou o Palácio do Planalto derrotando, dentre outros candidatos, o saudoso Ulysses Guimarães, Mário Covas e  Leonel Brizola, os três com história e currículo invejáveis. Lula era o novo, então. Caiu no segundo turno. A sorte fugiu de Collor diante das denúncias sobre corrupção dentro do gabinete presidencial e da Casa da Dinda. Os ventos para ele mudaram. A presidência, trôpega, se aninhou no colo do vice-presidente Itamar Franco, uma figura de temperamento complicado. Clique aqui e leia a coluna na íntegra.

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