‘O setor é majoritariamente machista’, criticam operárias da construção
Lugar de mulher é na obra também. É assim que muitas têm encarado o tradicional e predominantemente masculino setor da construção civil. Na Bahia, elas representam 2,83% do número de trabalhadores, o que significa 13 mil operárias nos canteiros de obras do estado. Mas o problema não é basicamente o contingente, é a condição. Para Maria Nery e Ednalva Bispo, que estão no batente e integram o Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil na Bahia (Sintracom), as demandas das mulheres são muitas e o principal adversário é a cultura da maioria. “O setor é majoritariamente machista”, criticam. Confira a entrevista na Coluna BN Imóveis.
