Legisladores ‘não entendem de pirotecnia’, diz empresário do ramo de fogos de artifício
O final de ano já foi melhor para o setor de pirotecnia. É o que assegura o proprietário da Bahia Pirotécnica, Adriano Ribeiro, em entrevista à Coluna Mercado. O empresário chegou em Salvador há 12 anos por acreditar no mercado local, mas alega que as festas de Réveillon têm feito inúmeros cortes no orçamento e os fogos de artifício têm sido primeiros itens a serem dispensados. Outros desafios no ramo são a concorrência com os clandestinos e a suposta falta de conhecimento dos “criadores das leis”, que, na opinião de Ribeiro, não deveriam proibir todos os tipos de artefatos em lugares como estádios de futebol. “A gente vê leis precárias. Talvez quem crie as leis, quem aprova as leis, não são entendedores do ramo de pirotecnia. Eles tiram a ideia de alguém ou de algum conhecedor menor, que não esteja tão atualizado”, considera. Confira na íntegra.
