Metade dos vereadores acionados por improbidade pelo MP garantiu vaga em 2013
Por Evilásio Júnior
Dos 31 vereadores acionados por improbidade administrativa pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA), 14 conseguiram a manutenção da cadeira no Legislativo , dois não disputaram o pleito para eleger parentes e um mudou de cidade. Na época, em maio de 2011, apenas Andréa Mendonça (PV); Aladilce Souza e Olívia Santana (ambas do PCdoB); Marta Rodrigues (PT), Vânia Galvão e Gilmar Santiago (todos do PT); Alfredo Mangueira; Batista Neves; Sandoval Guimarães e Pedrinho Pepê (ambos do PMDB) foram poupados, quando o processo foi aberto na 5º Vara da Fazenda Pública de Salvador. Entre os acusados de "dolo" pela promotoria (veja a íntegra da ação aqui), mais da metade foi avalizada pela população nas urnas: Alan Castro, Carlos Muniz e Geraldo Júnior (PTN); Alberto Braga e Héber Santana (PSC); Alemão (PRP); Henrique Carballal e Moisés Rocha (PT); David Rios (PSD); Isnard Araújo (PR); Joceval Rodrigues (PPS); Odiosvaldo Vigas (PDT); Orlando Palhinha (PP); Paulo Câmara (PSDB) e Tia Eron (PRB), além de Pastor Luciano (PMN), que passou o cetro para a mulher Cátia Rodrigues (PMN), e Everaldo Bispo (PMDB), que abriu mão da candidatura em benefício do filho, Kiky Bispo (PTN). Ainda há o caso de migração de Adriano Meirelles (PR) para Cairu, onde concorreu (e ganhou) à vice-prefeitura.

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