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Publicitária afirma ter sido vítima de racismo na Avenida Paulista

A publicitária Karina Chiaretti, de 42 anos, disse ter sido vítima de racismo na Avenida Paulista, uma das mais importantes e movimentadas de São Paulo, na última sexta-feira (30). Ela contou que, quando estava acompanhada de sua filha de nove anos, em frente a uma galeria chamada Top Center, uma senhora se aproximou e começou a ofendê-la. Em entrevista ao jornal Estado de S. Paulo, Karina declarou ter sido chamada de "macaca" e "negra favelada" pela mulher. "Fomos almoçar e depois fui comprar esmaltes para minha filha. Ouvi barulho. A senhora já estava ofendendo outras pessoas. Quando entrei na loja, ela passou por mim e falou: 'eu não gosto de negro. Negro é sujo. Deveria ser proibida a entrada deles aqui. Negro é imundo'", contou Karina. "Minha filha começou a chorar. Liguei para a polícia". Depois que a viatura chegou ao local, a senhora foi detida, mas exigiu ter um policial branco ao seu lado. A caminho da delegacia, ela teria pedido ao policial que a levasse para casa para tomar remédio, já que passava mal. Mas, ao chegar lá, se trancou dentro de casa e se recusou a prestar  depoimento. Segundo Karina, a polícia teria alegado que a senhora possui doença mental.

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