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Entrevista: Conheça o 'Arrocha' do músico paulista Curumin

O nome artístico de Curumin vem do apelido dado pelos colegas de infância para tentar dar um quê de exclusividade e diferença em relação à criança indígena propriamente dita. Engana-se, no entanto, quem acha que Luciano Nakato Albuquerque - nome de batismo do músico - seja descendente de índios. Como o sobrenome denuncia, a ascendência de Curumin é japonesa. Baterista de grandes nomes da música brasileira como Vanessa da Mata, Arnaldo Antunes e Paula Lima, Curumin lança seu terceiro disco solo, intitulado “Arrocha”, em que transita entre ritmos universais e locais para falar sobre a pressão que a natureza exerce sobre a sociedade contemporânea.  Inspirado pelos sound systems jamaicanos e pelas restrições técnicas que inspiram muita gente a fazer música ao redor do mundo, Curumin gravou o CD em casa com uma bateria, um baixo e muitos programas de computador. Paulista, o cantor não esconde o apreço pela Bahia e “Arrocha” reflete muito isso. Além de lembrar o nome do ritmo baiano que vem crescendo desde o início dos anos 2000, o disco conta com uma regravação com batida reggae da música “Vestido de Prata”, de Paulinho Boca de Cantor – também regravada por Jau e Margareth Menezes - e um afoxé, feito em parceria com o MC Russo Passapusso (BaianaSystem). A partir desta sexta (9), Curumin fará uma série de shows na Bahia: se apresenta no Lado BA, no Solar Boa Vista; no Festival Umbuzada Sonora, em Juazeiro; participa do show de Marcelo Jeneci, no TCA e acompanha Arnaldo Antunes no show acústico AA_A, na Concha. Leia entrevista completa na Coluna Entretenimento.

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