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Itamaraty mobiliza busca por estudante ‘desaparecido’ e descobre que ele apenas tirava uma soneca

O suposto desaparecimento de um estudante, bolsista do programa Ciência sem Fronteiras, em meio ao caos da passagem do furacão Sandy em Nova Yorke fez o governo brasileiro mobilizar até a presidente nesta quinta-feira (1º). Ao saber do caso, Dilma Rousseff ficou preocupada com o sumiço do aluno e ordenou que o Itamaraty o encontrasse. Como o consulado na cidade americana ainda estava fechado, o Itamaraty teve de localizar um diplomata por meio de telefone de emergência para dar início à busca. Segundo a Folha de São Paulo, uma equipe começou a procura pelo alojamento da universidade New York Institute of Technology, onde o brasileiro estuda arquitetura. No início da tarde, horário de Brasília, diplomatas brasileiros chegaram ao dormitório do bolsista. Bateram à porta e encontraram o estudante são e salvo: ele havia acabado de acordar. O dorminhoco explicou que a bateria do seu celular descarregou e, sem poder recarregá-la por causa da falta de energia na cidade, ele preferiu ir dormir, sem saber que no Brasil, a mulher mais poderosa da República havia se mobilizado com o seu “sumiço”. Ainda segundo a Folha de São Paulo, Dilma tem um software em seu computador de trabalho capaz de localizar, por GPS, todos os estudantes do programa. Há dados pessoais, curso e o nome do tutor do aluno. Corriqueiramente ela acompanha a rotina dos estudantes e conversa com o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, sobre os jovens. O Ciência sem Fronteiras tem 17.702 alunos no exterior, sendo 3.915 nos EUA. Cada embaixada brasileira ou consulado tem, em seus quadros, um funcionário para dar assistência aos estudantes.

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