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Boca de urna foi menos agressiva do que no primeiro turno, avalia procurador

Por Juliana Almirante / Aparecido Silva

Foto: Ascom TRE-BA / Divulgação
O procurador regional eleitoral, Sidney Madruga, avaliou que a ocorrência de boca de urna neste segundo turno não foi tão acentuada como no primeiro turno, quando ocorreu eleição para vereadores. “Foram detectadas várias bocas de urnas na capital, mas não de forma agressiva como no primeiro pleito”, afirmou Madruga, durante coletiva no Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) no fim da tarde deste domingo (28). Segundo o coordenador de eleições do TRE-BA, André Cavalcante, 12 urnas eletrônicas apresentaram problemas na Bahia, número que corresponde a 0,19% dos equipamentos disponibilizados. Uma urna teve que ser reinicializada em Vitória da Conquista e em Salvador, 11 foram substituídas. O juiz da 4ª Zona Eleitoral, Benicio Mascarenhas, avaliou que a ida às urnas ocorreu de maneira “normal”. Durante a coletiva, Madruga disse que um deputado foi flagrado enquanto fazia boca de urna no Colégio Central, no Centro da capital, mas não informou a identidade do infrator. Não houve prisão por boca de urna, segundo o procurador. Durante a campanha eleitoral, entre o dia 6 de julho e 27 de outubro, foram apreendidas 12.947 placas, 2.084 pichações, 473 banneres, 354 faixas, 18 autos de infração, 12 bandeiras e um balão.

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