Aposta da sucessão: Álvaro Gomes critica; Gaban queria entrar
Por José Marques / Rodrigo Aguiar
Os R$ 50 mil apostados entre o presidente da Assembleia Legislativa, Marcelo Nilo (PDT), e o líder da oposição da Casa, Paulo Azi (DEM), repercutiu nos locais de votação dos prefeituráveis de Salvador. O casamento de cheques, ocorrido na redação do Bahia Notícias, ocorreu porque Nilo saiu em defesa do levantamento feito pelo seu instituto, Bahia Pesquisa e Estatística (Babesp), que aponta empate técnico, com vitória apertada de Nelson Pelegrino (PT). Azi defendeu que ACM Neto (DEM) ganha com 50 mil de frente além da margem de erro apontada pelo conhecido “DataNilo”, de 3,1 pontos porcentuais para mais ou para menos. Na Faculdade de Administração, onde ACM Neto votou, o ex-deputado estadual Carlos Gaban (DEM) disse que “se soubesse da aposta, também tinha entrado”. “Uma aposta dessas não vem para mim”, lamentou. Segundo ele, se estivesse no páreo, colocaria em jogo que Neto ganhará com uma diferença de 100 mil votos.
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'Não gosto de aposta em dinheiro'
