Sem garantia de empresa terceirizada, 700 trabalhadores da Petrobras na Bahia decidem manter paralisação
Por Evilásio Júnior
Os funcionários terceirizados da empresa Steel, prestadora de serviços da Petrobras, decidiram em assembleia, na manhã desta quinta-feira (13), manter a paralisação de advertência iniciada nesta quarta (12). Com a deliberação, cerca de 700 profissionais da área de segurança e limpeza que atuam nas unidades da companhia no Itaigara e Avenida Magalhães Neto, em Salvador, bem como na Transpetro, em Madre de Deus, só devem retomar as atividades após o pagamento do salário atrasado de agosto. Segundo o coordenador-geral do Sindipetro, Paulo Cézar Martin, a empresa prometeu quitar as dívidas, que incluem ainda falta de repasse de vale alimentação e transporte, mas não quis documentar o acordo. “O gerente não aceitou registrar em ata o compromisso alegando que estaria se expondo, já que era uma decisão política. Sem a apresentação da garantia, a comissão entendeu que era arriscado e decidiu manter o movimento até o pagamento seja iniciado”, explicou o sindicalista, em telefonema ao Bahia Notícias. Segundo ele, a situação é mais complicada na Transpetro, já que o contrato dos servidores é administrado no Rio de Janeiro.
