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Luiz Caldas: 'Enquanto a juventude quiser continuar ouvindo 'eu quero tchu, eu quero tcha', é f...'

Prestes a lançar 12 discos de canções inéditas, um a cada mês de 2013, o músico Luiz Caldas, “pai” da axé music, conversou com o Bahia Notícias, na entrevista mais longa da Coluna Entretenimento. Sem evitar tocar em assuntos polêmicos, o artista falou da produção dos seus novos trabalhos, comentou a ascensão do arrocha como ritmo mais ouvido entre os baianos (“Simples. A educação, a cultura do estado, do país, está em colapso e qualquer coisa que você não precise pensar muito vai lhe agradar mais”), a Lei Antibaixaria (“Não adianta pegar um cara já velho e burro e querer transformar ele em um Chico Buarque, vai ser muito difícil”) e como se tornou um “operário da música” (“Digamos que eu pulei de Dorival Caymmi a Djavan”). Também discutiu sobre o que chama de “mercantilização” da música. “Enquanto a juventude quiser continuar ouvindo ‘eu quero tchu, eu quero tcha’, é foda. Não dá, não dá mesmo! Será que essa garotada quando tiver 30, 35 anos vai ter coragem de dizer que escutava tudo isso que está escutando hoje em dia?”, questionou. Leia a entrevista na íntegra!

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