Coluna A Tarde: O Brasil não é uma ilha
Quando a crise econômica do final da década passada varreu os Estados Unidos - onde tudo começou - e alcançou, de modo geral, a maioria dos países do globo, consequência natural da economia globalizada, Lula, já se encaminhando para o fim do seu segundo mandato, não deu bolas ao que acontecia. Pelo contrário, ironizou usando a palavra “marolinha” para definir os efeitos do processo no Brasil. Realmente, o País estava embalado com respostas positivas da economia que vinha numa sequência sem mudanças, desde o governo FHC. A mesma política foi mantida, como poucas vezes aconteceu na República. Como resposta emergiu uma nova classe média que irrigou o mercado, indo às compras e, com isso, estabeleceu-se um dique à crise. Lula incentivou o consumo. Confira a coluna de Samuel Celestino publicada no Jornal A Tarde deste domingo (29)
