BURACO SEM FUNDO
O relatório da primeira fase dos trabalhos realizados na Empresa Baiana de Alimentos (Ebal), concluído pela Auditoria Geral do Estado (AGE), constatou prejuízos de mais de R$ 600 milhões. A natureza e os termos de contratos celebrados pela empresa provocaram a declaração do relator da CPI, deputado estadual Zé Neto (PT), ontem, de que não há como deixar de aprofundar as investigações. Apenas para se ter uma idéia, uma das empresas subcontratadas pela Organização do Auxílio Fraterno (OAF) adquiriu uma quantidade de cimento suficiente para construir 837.662 metros quadrados de paredes. Revestidas dos dois lados. Hoje, às 9 horas, o diretor da OAF, Marcos Paiva, comparece à Comissão, prestando esclarecimentos.
