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Servidores municipais voltam a paralisar atividades por 72 horas

Os servidores municipais de Salvador fazem paralisação por 72 horas a partir desta terça-feira (10) para exigir a implantação de plano de assistência médica para a classe. Os funcionários realizaram protesto idêntico na semana passada com a mesma reivindicação. Na época, houve acordo para a criação da Comissão de Assistência à Saúde. "Foi criada a comissão, mas o trabalho está muito vagaroso. Queremos que haja aceleração da implantação da lei que determina a implantação do plano de saúde para os servidores, que já existe, mas precisa ser cumprida", disse Bruno Cruz, diretor do sindicato da categoria ao jornal A Tarde. De acordo com o sindicalista, representantes da prefeitura propõem uma mudança da lei para fornecimento de auxílio saúde em vez do plano de saúde. "O problema é que a lei eleitoral só permite que isso aconteça a partir de janeiro e nós queremos o plano para agora", salienta Cruz. Uma assembleia foi marcada pelos profissionais para a próxima sexta (13), quando deve ser votado se deflagrarão greve por tempo indeterminado. Segundo a Secretaria Municipal de Planejamento e Gestão (Seplag), o Tribunal de Contas dos Municípios do Estado da Bahia (TCM-BA) tem posição reiterada no sentido de que o Município não pode utilizar recursos públicos para celebrar contratos com empresas prestadoras de serviço de saúde. O órgão também diz ter sido surpreendido com a manifestação dos servidores na paralisação anterior.

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