Vereador mais votado do PMDB prevê dificuldades este ano
Por Evilásio Júnior
Vereador mais votado do PMDB na eleição de 2008 (à exceção de Alan Sanches que virou deputado estadual em 2011 e mudou para o PSD), com 10.608 votos, Alfredo Mangueira prevê dificuldades na campanha deste ano. Apesar de os peemedebistas terem recebido o apoio do PSC na chapa majoritária, que terá Mário Kertész como prefeiturável, marcharão sozinhos na proporcional, diferentemente de quatro anos atrás, quando houve dobradinha com o PRTB. “Por mim, coligava [com o PSC] também na proporcional. Está difícil, não só para o PMDB, mas para todo mundo. A expectativa é a de que haja renovação de uns 15 vereadores. Poucos terão uma votação expressiva. Ninguém vai bombar com 15 mil votos como na eleição passada. Está muito difícil a gente aumentar o número de cinco eleitos”, analisou Mangueira, em entrevista ao Bahia Notícias. Há quatro anos, o PMDB fez a segunda maior bancada da Câmara Municipal com cinco representantes, atrás apenas do PT, que emplacou seis. Agora, a meta é obter pelo menos quatro cadeiras no Legislativo. “Se não tivéssemos candidato a prefeito, faríamos só dois”, sentenciou o edil. Os nomes mais cotados na agremiação, além do próprio Mangueira, são os atuais vereadores Pedrinho Pepê, Pedro Godinho, Sandoval Guimarães e Batista Neves, além de Luiz Bassuma, Delegado Magalhães, Aline Castelo Branco, Ariane Carla e Kátia Carmelo. “Está todo mundo começando do zero. A rua não é fácil”, alerta Alfredo Mangueira.
