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Com lentidão da Conder, Bahia pode perder R$ 30 milhões do Ministério do Turismo

A Bahia pode deixar de receber aproximadamente R$ 30 milhões em recursos do Ministério do Turismo porque a Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder) ainda não apresentou a documentação necessária para a liberação da verba. Os investimentos são destinados a obras de reforma e revitalização das praças Irmã Dulce, no Largo de Roma, e de Periperi, do trecho da orla da capital baiana entre Amaralina e o Aeroclube, além da refrigeração do Centro de Convenções da Bahia. Para a Praça Irmã Dulce, pensada com o objetivo de potencializar o turismo religioso na cidade, foram reservados R$ 5,5 milhões e o projeto executivo, um presente do engenheiro Norberto Odebrecht, já está pronto. Ao tomar conhecimento da proximidade do fim do prazo, a presidente das Obras Sociais Irmã Dulce (Osid), Maria Rita Lopes Pontes, enviou técnicos da instituição à Conder na tentativa de agilizar os trâmites burocráticos. A assinatura dos contratos para execução das obras incluiu uma cláusula suspensiva, que prevê o prazo de um ano para o governo do Estado apresentar a documentação complementar. “Na Bahia tem sido assim. Domingos Leonelli [secretário de Turismo] é eficaz na captação de recursos, mas a obra não acontece porque quem executa é a Conder”, afirmou o secretário-executivo do Ministério do Turismo, Fábio Mota, que assegurou um acompanhamento mais próximo do problema na próxima semana. Informações da coluna Tempo Presente, do jornal A Tarde.

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