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Procuradora do caso Cachoeira também relatou ameaças

Uma das responsáveis pela Operação Monte Carlo, a procuradora Léa Batista de Oliveira também recebeu ameaças por e-mail depois que as investigações foram encerradas. O juiz que comandou a operação, Paulo Augusto Moreira Lima, já havia relatado ameaças de morte. Em carta enviada ao gabinete do senador Pedro Taques (PDT-MT), um destinatário anônimo se diz “injustiçado” e pergunta por que que a procuradora foi “tão dura” com ele. “Quero dizer que você foi dura comigo, por pouco não destruiu minha família”, escreveu. “Meu trabalho é lícito e você quase o liquidou”, acrescentou. No mesmo texto, o autor diz ainda que Marco Antonio de Almeida Ramos e Paulo Roberto de Almeida Ramos, irmãos de Carlinhos Cachoeira, preso na operação, ainda operam máquinas de jogos e venderam seu patrimônio para despistar a Polícia Federal. A existência da carta já foi informada à Associação Nacional dos Procuradores da República. Informações da Folha.

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