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'Não salvo investigação nenhuma', avisa magistrado sobre caso Cachoeira

O desembargador Cândido Ribeiro, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), deve retomar nesta segunda-feira (18) o julgamento do habeas corpus que pede a anulação das provas das operações Vegas e Monte Carlo, contra o empresário Carlinhos Cachoeira, acusado de comandar um esquema de jogo ilegal. Em entrevista ao G1, Ribeiro, cujo voto pode ser decisivo, disse que não “salva” investigação nenhuma, ao ser perguntado sobre a possibilidade de anulação das provas. “A investigação é que tem de se salvar, demonstrando que obedeceu a Constituição”, declarou. Na última terça (12), o magistrado pediu vista do processo depois que o relator da ação na Corte, desembargador Tourinho Neto, classificou como “ilícitas” as gravações feitas pela Polícia Federal da PF e votou a favor da anulação das interceptações telefônicas. Segundo Tourinho, o juiz da primeira instância que autorizou as escutas não teria “fundamentado” em seu despacho a real necessidade da utilização desse método de investigação.

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