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Decisão sobre quebra de decoro de Protógenes é adiada para julho

Deputado foi pego em gravações da PF em conversa com aliados de Cachoeira
A decisão sobre a abertura de processo de quebra de decoro contra o Delegado Protógenes Queiroz (PCdoB-SP) no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados foi adiada para o dia 4 de julho. Os parlamentares pediram vista coletiva ao parecer preliminar apresentado pelo relator do caso, deputado baiano Amauri Teixeira (PT). Protógenes foi flagrado em interceptações telefônicas da Polícia Federal (PF) em diálogos com o araponga Idalberto Matias de Araújo, conhecido como Dadá, um dos principais colaboradores de Carlinhos Cachoeira. Embora Amauri Teixeira tenha dito que o seu parecer pela não significa que ele está concluindo pela quebra de decoro do deputado, no relatório, ele conclui que “um parlamentar não pode agir, como tudo indica, como tem agido o deputado Protógenes Queiroz, mantendo relacionamento próximo com um notório contraventor e, pior, o auxiliando diante das investigações levadas a cabo pela Polícia Federal”. O líder do PT, deputado Jilmar Tatto (SP), compareceu a reunião do Conselho de Ética onde questionou o parecer de Teixeira, com o argumento de que não há indícios para a abertura de processo disciplinar. Tatto tentou encaminhar a bancada petista a votar contra o parecer de Teixeira.

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