Confusão é cessada; representante da APLB diz que oposição é ‘partidária’ e ‘espalha boatos’
Por Patrícia Conceição / Evilásio Júnior
Logo após a confusão travada na assembleia-geral dos professores da rede estadual de ensino, na manhã desta terça-feira (12), no estacionamento da sede do Legislativo baiano, o grupo do “deixa disso” conseguiu dissipar o conflito. O integrante da ala de oposição à gestão do sindicato da categoria (APLB) considerado pivô da rebelião foi “gentilmente” convidado a retirar-se da reunião, para que, enfim, fosse iniciada a votação sobre a continuidade do movimento. Em entrevista ao Bahia Notícias, Alexandro de Sousa, docente de educação física da Escola Zumbi dos Palmares, no bairro de Tancredo Neves, em Salvador, defendeu a entidade de classe das acusações de que seria “antidemocrática”. “Tem um grupo que não participa de forma efetiva da mobilização, não ocupa a Assembleia e não contribui na organização dos eventos. Eles espalham boatos de que a APLB quer acabar com a greve. Para mim, é um grupo que gera dúvidas sobre as verdadeiras intenções dentro do movimento”, rebateu o professor. Segundo ele, os contrários teriam motivação “partidária” e só querem “provocar tumulto”. Na APLB, comandada majoritariamente pelo PCdoB, a facção oposta é representada pelas siglas esquerdistas PSOL e PSTU.
