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Ex-conselheiro do TCE cobra maior transparência na AL-BA

Em entrevista ao jornal A Tarde, o ex-conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Manoel Castro, falou sobre as dificuldades enfrentadas pela Corte para julgar as contas da Assembleia Legislativa da Bahia e admitiu a frustração pela falta de instrumentos mais efetivos de cobrança para que a Casa forneça os documentos pedidos pelo TCE. “Já fui parlamentar, queria discutir com os deputados, sem ser presunçoso, didaticamente, no sentido de mostrarmos quais eram os critérios, os conceitos da Lei de Responsabilidade Fiscal, até para ajudar a eles dizerem ‘não’ aos seus cabos eleitorais, que não tinha sentido isso aí”, declarou. Ao falar sobre a necessidade de maior transparência no Legislativo baiano, Castro lembrou ainda o recente caso do deputado Roberto Carlos (PDT), que empregava funcionários fantasmas, segundo a Polícia Federal. “O deputado tem o direito de contratar um mínimo de ‘x’ e um máximo de ‘y’ [funcionários]. Mas é preciso ser transparente em relação a isso”, cobrou. O ex-conselheiro foi homenageado na última quinta-feira (26) no TCE, de onde saiu, aos 70 anos, por força da aposentadoria compulsória

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