Edifícios mantêm viva a memória de artistas
Não importa quanto tempo tenha se passado, lendas sempre deixam vestígios, maiores ou menores, nos locais onde moraram. O Edifício Aliança, na região central de São Paulo, continua sendo o endereço das peregrinações dos fãs de Raul Seixas, mesmo 23 anos após a morte do rocker baiano. O zelador Antônio de Souza, de 48 anos, última pessoa a ver o autor de “Mosca na Sopa” vivo, às vezes se passa por outra pessoa para poder trabalhar em paz. O assédio aumentou depois do lançamento do documentário Raul - O Início, o Fim e o Meio, de Walter Carvalho, no mês passado. No filme, Souza conta os últimos momentos do cantor, que chegou ao prédio bêbado e teve de ser carregado por ele até o elevador. Já no Copan, que já foi moradia de famosos, como Cauby Peixoto, quem deixou marcas mais profundas foi o escritor e dramaturgo Plínio Marcos (1935-1999). Confira mais detalhes na coluna BN Imóveis.
